Do Porto com Amor: Tentativa de Homicídio Qualificado

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Tentativa de Homicídio Qualificado


Extra! Extra! Escutas exclusivas DPcA sobre o Apito Encarnado, captadas horas antes de serem anunciados os árbitros nomeados para os jogos desta jornada 14:


Escuta #1

- 'Tou Vasco?
- Olá Zé, então... falaste com ele?
- Falei Vasco, acabei de falar com o homem... 
- E então, o que disse o padrinho?
- Pá, tenho boas notícias para ti... ainda te podes redimir, ele achou por bem dar-te mais uma hipótese...
- Oh pá, obrigado Zé! Já me estava a ver a acabar como o Marco... e então, está resolvido?
- Resolvido... não... mas podes redimir-te... vou-te pôr no jogo do Dragão, a pedido do homem... agora vê lá o que fazes, ele só quer que não te precipites, não apites nada a favor deles que não tenhas a certeza absoluta de estar certo, vê lá...
- No Dragão? Oh carago, à porta de casa... ó pá, se eu os prejudico, estou tramado, não me deixam em paz no dia seguinte...
- Pois... tu é que sabes... mas para continuares a ser nomeado, já sabes.  E essa malta agora só ladra mas não morde, vai tranquilo...
- Ok, eu vou falar com a minha malta... pá, agradece ao padrinho por mim, ok? E diz-lhe que aquilo na Madeira não foi por mal... 
- Ok Vasco, até logo...


Escuta #2

- 'Tou Bruno?
- Oh Zé, então... vou ser eu o escolhido? Diz-me que sim...
- Vais pá, ele pediu especificamente para seres tu... já viste a honra? 
- Oh Zé, que alegria... sabes que me emociono sempre que tenho o privilégio de os apitar...
- Agora vê lá, Bruno, que corra tudo bem, ah?
- Tranquilo, já sabes que comigo não brincam... eles que joguem tranquilos, comigo não se passa nada. O costume, estás a ver?
- Sim pá, bom trabalho então...


Escuta #3

- 'Tou Hugo? É o Zé...
- Olá Zé, então a que horas é para estar em Alvalade? (ligeira gargalhada)
- Parece que és bruxo! (devolve a ligeira gargalhada) O homem autorizou, diz que é preciso acalmá-los, depois da semana passada e tal...
- Oh pá, eu não quero nada a ver com isso... vou lá fazer o meu trabalho e mais nada... 
- Onde, à Macron? (outra gargalhada, mais sonora)
- Não brinques, esse filme já passou, já acertei o saldo... agora nada, vou lá fazer o meu trabalho... mas diz ao homem que não se esqueça de mim na altura das classificações, ok? Preciso de subir a média...
- Ok, vai lá descansado, mas não vás contra a tua natureza, percebes?...
- Ok pá.


Escuta #4

- 'Tou? Presidente? Daqui fala o Diamantino...
- Diamantino... Ó Diamantino, há quanto tempo... então o que contas?
- Ó presidente, o homem pediu-me para lhe ligar... diz que vocês são uma grande equipa, que é um prazer vê-los jogar...
- O homem?...
- Sim... você sabe, O homem...
- Ah, o seu presidente...
- Isso... dizia eu que ele me pediu para lhe ligar, para o felicitar pela rica equipa que têm... e que tem pena de o Simão se ter ido embora, que ficou preocupado...
- Ficou? Não tem por que se preocupar, a vida continua, e em breve cá teremos outro bom treinador!
- Pois, eu sei, mas ainda assim... o homem quer ajudá-los a ultrapassar este momento mais difícil... e então sugeriu que eu vos oferecesse uma prendinha de Natal, para distribuir pelos jogadores e assim... se conseguirem fazer um bom resultado no próximo jogo...
- ...
- 'Tou? 
- Sim, estou aqui... isso é pouco habitual, sabe?
- Sim, sim, mas não se preocupe, não tem nada de mal... é só um incentivo para que não desmoralizem com a saída do Simão...
- Eu percebo, mas não me parece boa ideia. Mas agradeça ao homem por mim, pode ser?
- Ok... olhe, já agora, dá-me o número do Luís Alberto por favor?



- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -





Mais de 300 quilómetros chegaram para apaziguar a minha escrita. Saí do Dragão com vontade de escrever um incentivo à violência contra todos estes bandalhos que nos prejudicam e ainda gozam por cima. Já no outro lado desses quilómetros, estou mais calmo - mas não menos revoltado.

Que importa dizer que a nossa primeira parte foi fraquinha, pela falta de intensidade primeiro e discernimento depois?

Que importa dizer que o GD Chaves tem uma equipa que joga muito bem à bola, quer a fechar os caminhos da sua baliza, quer a atacar a do adversário?

Que importa dizer que Casillas e Danilo foram Dragões de Ouro? E que Depoitre já brilha que nem um pinheiro enfeitado para as festividades?

Que importa acrescentar ainda que a nossa segunda parte foi de uma alma imensa, como já há muito não se via em nossa casa?

Quando há um grupelho de bandalhos, empossados como juízes do jogo, determinados a falsear o seu resultado, quase tudo o resto perde a importância de ser dito. Porque objectivamente o que eu vi hoje no Dragão foi uma equipa de arbitragem totalmente condicionada pelo Marítimo-Benfica, de tal forma que no seu consciente (já nem é sub) pairava apenas uma certeza: não podiam arriscar favorecer o Porto. Tudo, mas tudo, foi apitado in dubio pro Chaves. E não me venham com a suposta penalidade já perto do final, é quase tão ridículo como o Vieira no balneário de cuecas.  

Até Pinto da Costa se viu obrigado a falar no final do jogo, para que se veja bem ao que isto chegou. Duas vezes! Parece "que já começa a ser demais" e estão "a ficar fartos" - eles vivem, afinal. Estamos a ser prejudicados em quase todos os jogos com erros graves, potencialmente causadores de diferentes atribuições dos pontos em disputa face ao que as equipas produzem em campo. Mas hoje, senhores, hoje passaram o limite. Hoje foi tão descarado o condicionamento desta equipa de arbitragem, cirurgicamente escolhida, que quem melhor o define é mesmo Rodolfo Reis: mete nojo!

Porque hoje, senhores, as aspirações do nosso Porto à conquista deste campeonato foram vítimas de uma emboscada, uma tentativa de homicídio qualificado, perpetrada por um grupelho de imbecis armados de paus, bandeiras e um apito. 

Contra todas as probabilidades, sobrevivemos

Graças à única coisa que importa mesmo dizer, para lá do próprio crime intentado: os nossos foram de uma grandeza extraordinária, souberam resistir às muitas provocações de árbitros e adversários, não perderam a cabeça e foram ao fundo da alma buscar uma resistência heróica, que os trouxe de volta à vida e nos manteve na luta por aquilo que merecíamos liderar - e já com considerável vantagem. Grandes, grandes homens equiparam hoje de azul e branco no Dragão.


Olha... é o Luís Alberto! E como o Dragão gosta dele...



Notas DPcA 

Dia de jogo: 19/12/2016, 20h00, Estádio do Dragão, FC Porto - GD Chaves (2-1). 


Casillas (9): Três grandes paradas e uma defesa extraordinária. E sem falhas no demais. É isto um guarda-redes de um clube grande. É a isto que se chama passar das palavras aos actos. Bravo!

Maxi (6): Começou o jogo muito desinspirado, trapalhão, frio como a noite portuense. Foi pela quebra de rendimento do seu lado que o nosso jogo mais se ressentiu. Voltou forte e decidido do intervalo e contribui também para a reviravolta.

Alex Telles (7): Tal como Maxi, primeira parte fraca, segunda bem melhor. A diferença foi que também fez uma primorosa assistência para o fundamental golo do empate.

Marcano (6): Lá tivemos um vislumbre do Marcano mau - passes perigosos falhados, cortes esdrúxulos, ultrapassado num canto e quase nos enterrava - mas recompôs-se antes que os danos fossem maiores e também ele mordeu a língua perante as duas equipas adversárias. Ok, que volte o Marcano bom pf.

Felipe (6): Menos inspirado do que habitualmente, mal batido no golo (apesar de escorregar - uma vez mais), compensou com o que tinha à mão: uma garra imensa que alimentou o espírito da equipa na sua hora mais sombria. Um lutador nato (mas convém não descurar a parte do futebol, também).

Melhor em Campo Danilo (9): Juro que não é pelo golo (nem tem ponto extra porque atingiria o perfeito 10), mas Danilo é o verdadeiro Dragão desta equipa. Toda a sua revolta, toda a sua preocupação, toda a sua perseverança, toda a sua explosão de raiva e alegria... e todo o seu talento. Caramba, ser do Porto é isto. Ponto. 





< 82' Óliver (7): Foi sempre dos melhores na fase pior da equipa, ajudando a aguentar até que chegasse o momento de virar a mesa. E depois juntou-se "à festa" (diz que assistiu para Danilo, embora eu ache que o golo não teve assistência) até ser substituído. É o único que equilibra as duas missões da equipa a partir do posto de comando. Captain on the bridge!

Corona (5): Uma sombra do que tem sido, trapalhão, desconcentrado, muito fraca a sua primeira parte. Melhorou mas apenas ligeiramente na segunda, pelo que deveria ter sido o primeiro a sair, ou então o segundo, no máximo o terceiro. Mas acabou o jogo com ele ainda em campo, vá-se lá saber porquê.

< 85' Brahimi (7): Foi dos nossos quem melhor começou, quase marcando num remate em arco. Sempre irrequieto mas muito marcado - legal e ilegalmente, não conseguiu fazer a diferença.

André Silva (6): A entrega foi a mesma, mas voltou à falta de eficácia de há uns jogos atrás. Teve pelo menos três boas ocasiões para facturar de cabeça, mas rematou à figura em duas e assistiu a uma boa defesa na outra. E voltou a ceder à tentação de se picar com os lenhadores de trás-os-montes: não pode ser, André - vai acabar mal, um dia destes. 

< 64' Diogo Jota (5): Também entrou no jogo em ponto morto e depois teve sempre dificuldade em engatar até a primeira, quanto mais a quinta ou a sexta. Provavelmente esta curta paragem vai ajudá-lo, esperemos que sim.

> 64' Depoitre (7): Entrou e marcou à primeira oportunidade. Bom golo e fundamental, a propósito. Boa! Pinheirinho, pequenino, láláláláláááá...


 

> 82' Rúben Neves (6): Entrou após a cambalhota, para estancar o jogo. Não foi especialmente feliz nesse propósito, mas não por sua (exclusiva) culpa. E ainda deu uns amassos a uns lenhadores, pelo que está bem.

> 85' J.C. Teixeira (6): Segunda aparição, desta vez sem muito para mostras que não fosse entrega total e compromisso com o jogo - que era o mais importante naquela altura.

Nuno Espírito Santo (7): Vitória contra o Chaves e a arbitragem, pelo que tem duplo mérito na façanha. Claro que nem tudo foram rosas e voltamos ao tempo em que oferecíamos uma parte de avanço. A rever, já. E não se percebe porque não tirou Corona do jogo, de todo. E tirar Brahimi foi convidar o adversário a assaltar a nossa baliza com tudo nos minutos finais. Mas o fundamental foi conseguido, de forma épica, e sendo ele o timoneiro, mérito a quem o merece. No entanto, volto a repetir: esta sequência de vitórias assenta em momentos de superação, raros e caros. Não se pode contar sempre com eles para ganhar jogos, há que estabilizar a produção da equipa.
 




Outros Intervenientes:


Ponto prévio: tenho enorme consideração e até alguma estima pelo clube GD Chaves (já o expliquei aquando do roubo da taça). Consideração essa que até se reforçou um pouco mais ao ver a mui respeitável falange de apoio que trouxe até ao Dragão num dia de semana.

No entanto, tenho que falar da equipa que actualmente representa o clube: e essa é composta por um grande número de bandalhos batoteiros, de que são belos espécimes Paulinho, Freire, Lenho, Perdigão, Fábio Martins (traidor) e sobretudo Rafael Assis, o candongueiro-mor. Todos mereciam levar com o Depoitre pelas nalgas acima - e de chuteiras calçadas.

Uma coisa é defender com unhas e dentes, outras é fazer tudo para que o jogo não se jogue. O execrável Simão partiu, mas o seu veneno ficou bem presente na equipa. A moda Marafona pegou, infelizmente. Nem quero imaginar como será, agora que Simão e Matrafona se juntaram na mesma equipa. No final deu realmente gosto vê-los provar do próprio veneno.


"E agora, quem me dá outro incentivo de Natal?"



Quanto à equipa de arbitragem liderada por Vasco Santos, vou-me conter e abster-me de usar a palavra premeditação. Vou continuar com condicionamento, acrescentando "prévio" para ficar mais bonito. Sempre a deixar jogar quando a falta era sobre os nossos, quase sempre a interromper quando era sobre os deles. Total complacência com todo o tipo de anti-jogo flaviense. E houve um penalti claro, muito mais penalti do que qualquer um possível e imaginário na Amoreira no sábado passado. O erro maior - lance do golo mal anulado - é simplesmente lapidar: mal a bola entrou, desviei de imediato o olhar para o senhor da bandeira e apercebi-me que ainda não estava levantada. É evidente que foi um segundo reflexo, ou melhor, a reflexão após o reflexo da jogada que o fez levantar o pequeno pau. Condicionados. Todos. #colinho  


Estou exausto, emocionalmente falando. O resto fica para depois.



Grande vitória, carago. Bandalhos... Vou dormir. Aliviado e feliz.



Lápis Azul e Branco,

Do Porto com Amor




16 comentários:

  1. Tudo certo na avaliação do Silva, exceto pelo detalhe de ter marcado um golo limpo, à ponta de lança. É o pontinho extra, ohfaxabor!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Xiii... olha o corporativismo Silvista a sair da toca... mas sim, estou de acordo, falhei esse "pequeno" pormenor do golo com o cansaço. E o David, que tal, vibrou com a reviravolta?

      Eliminar
    2. Pá, quando os Silvas forem mesmo corporativistas, bais ber este País a andar para a frente. Ou aos esses, uma delas. Não há eleição que nos escape!
      Sim, vibrou. Mas acho que era a perspetiva das pipocas... :)

      Eliminar
  2. Felicito o Lápis por ter conseguido aplacar o instinto à violência. Se me explicar como, agradeço, pois mesmo após todas estas horas, a minha vontade é a de obrigar o f*&%$ da p#$* do vasco santos a sentar-se no cume do pinheiro dos Aliados.

    Já dou de barato a anormalidade escandalosa de gamarem aquele golo ao A. Silva por fora de jogo. Mas no penalty do Maxi, com o ruminante do árbitro a 3 metros em frente da jogada, não há que estar com meias-palavras. O fdp viu o penalty e NÃO QUIS marcar.

    Continuo a dizer que o ministério público deve estar cheio de beatas que só percebem de novelas. Isso, e amigos da mulher do ex-vice do slb. Se tivessemos na justiça pessoas competentes, decerto teriam interesse em investigar o que se passa.

    Quanto ao FCP, só uma palavra para o que se passou na 2a parte do jogo de ontem: ENORME!!!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu acredito mesmo no que escrevi: não me parece que o Vasquinho seja anti-Portista primário, simplesmente o condicionamento é de tal ordem que quem quer continuar a apitar tem de se sujeitar. É contra isto que temos de lutar e não contra (a maioria d)os árbitros.

      Quanto a investigações, já se sabe o que a casa gasta: enquanto esta geração não arrumar as botas e uma nova, limpa e honesta, tomar posse, nada feito.

      Vamos ver se conseguimos nós Porto fazer alguma coisa antes disso. É imperioso.

      Eliminar
  3. As notícias da morte do Presidente e do Depoitre, eram mesmo só boatos de ocasião.
    Equipa exigente consigo própria, merece adeptos exigentes e gratos. Ontem, se não ganhassem, não ouviriam um único assobio.
    Danilo, como sempre enorme. Mas lá está, desta vez para mim, o melhor foi mesmo Casillas.
    Reveja o lance do golo do Chaves. Veja quem é ainda mais lento e displicente que o William Carvalho.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Hesitei entre Iker e Danilo para MEC, qualquer um seria justo, digo eu.

      Eu vi o lance, o Danilo foi surpreendido e teve azar no ressalto. Quem escorregou foi o Felipe.

      Eliminar
  4. Danilo fez o possível , o Felipe escorregou e ainda tentou dar o corpo à bola sem a cortar com a mão. Falo do outro que tenta desarmar o flaviense com os olhos e depois acompanha o lance numa poltrona.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Percebi à primeira onde queria chegar, mas daqui não leva troco.

      Eliminar
    2. Pois, o aivalhamedeus se fosse o Herrera.

      Eliminar
  5. Meu Caro Lápis,

    Apesar de tudo-acho que entende o "apesar de tudo"- continuo a ser assíduo leitor do seu Blogue, muito embora sem o discernimento necessário para alinhavar um comentário escorreito, que contribua para a valorização deste espaço de Portismo que tanto prezo. Dir-lhe-ei apenas que no jogo com o D.Chaves o nosso FC Porto foi digno do nosso orgulho e que a manter-se a atitude, a alma, a crença e a "raiva", conscientes de termos sempre de vencer lutando contra tudo e contra todos o que foi sempre a nossa sina, renasce a esperança de lá para Maio chegarmos ao nosso porto de abrigo confortados pela felicidade de vermos o nosso FC Porto Campeão.

    Aproveito para lhe desejar, bem como a toda a família, umas festas felizes e um novo ano que corresponda a todas as expectativas familiares, pessoais, profissionais e como não podia deixar de ser Clubísticas, e se me permite, extensivo a todos os Portistas de boa fé.

    Um grande abraço e...

    FC PORTO SEMPRE

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Caro Fernando,

      É muito bom ver esta garra toda de volta à nossa equipa, mas não nos podemos iludir: só ela acabará por ser insuficiente se não impedirmos estes habilidosos do apito de nós continuarem a prejudicar. Há que fazer esse trabalho em vez de ficar na gabinete a rezar.

      Quanto ao que mais importa, retribuo os votos e espero que as coisas se recomponham para si com a maior brevidade.

      Um abraço

      Eliminar
  6. O que me deixa mais contente é que pesar da vitória o espírito de luta, os guerreiros voltou ..
    Mesmo que o resultado fosse outro eles tentaram e deixaram tudo em campo , e isso é o que eu exigi de todos os jogadores do Porto.

    Parabéns pelo excelente serviço!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isso mesmo Ricardo, jogar com aquela atitude é sempre meio caminho andado para ganhar. Falta a outra metade, que pouco ou nada depende dos jogadores...

      Agradeço a simpatia e volte sempre, que é a melhor maneira de me fazer crer nas suas palavras.

      Abraço Portista

      Eliminar

Diga tudo o que lhe apetecer, mas com elevação e respeito pelas opiniões de todos.