Publiquei há dias o meu "sentimento" em relação aos principais nomes apontados ao cargo de treinador do FC Porto, resumido num pequeno quadro ordenado por níveis de "apreço" (e ignorantemente apelidado de "treinadorómetro").
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Julgo que a imagem é suficientemente esclarecedora, mas em todo o caso aqui vai: os "verdes" incluem as opções que considero interessantes, os "amarelos" encerram em si (e em mim!) muitas dúvidas (mas poucos preconceitos) e os "vermelhos" (como teria de ser) suscitam em mim um vasto leque de sensações que vão desde a fúria incontida aos espasmos musculares alternados com pontadas dilacerantes.
E avancemos assim, em tom humorístico e descontraído (procurando evitar novos espasmos), para a versão 2.0 do Treinadorómetro, que sofreu importante actualização graças à capa de hoje do Jornal de Notícias ("confirmada" por uma chamada de capa de última hora d'O Jogo).
Nela consta um nome que propositadamente deixei de fora da versão inicial, por considerar estar já definitivamente arredado das cogitações da SAD: o de Nuno Espírito Santo (*espasmo*). Ele que há dias foi apontado ao Braga de Jorge Mendes para suceder a Paulo Fonseca (*espasmo*) - e daí o tê-lo descartado com o rótulo "deste já nos livrámos".
Sem me alongar em comentários ainda injustificados, deixo apenas um breve resumo da sua carreira de treinador (*outro espasmo*): 2 temporadas no Rio Ave de Jorge Mendes (6º e 11º classificado) e 1 temporada e meia no Valência de Jorge Mendes (4º e 9º ao fim de 13 jornadas).
Bem sei que já temos o pai e o filho, mas será mesmo necessário completar a estranhíssima trindade? Tenham juízo, se ainda forem a tempo disso.
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| O Vitorioso Voo do Mo(n)cho! |
Falando agora de coisas boas, muitos parabéns ao nosso basquetebol pela estrondosa conquista do campeonato nacional, precisando apenas de 4 jogos para derrotar o Benfica na final da competição. É mesmo verdade, mal acabamos de subir de divisão e já somos campeões! Sem pretender desmerecer ninguém, sobretudo os grandes homens que são os nossos jogadores, a principal palavra de apreço tem mesmo de ir para o galego Moncho López, que aceitou percorrer a via-crúcis, sem se conformar com o destino, e dela conseguiu regressar, mais vivo do que nunca. Muitos, muitos parabéns por esta grande conquista. À Porto.
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Termino com isto, em modo Euronews (versão Euskara): "No Comment".
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| "FC Porto é o clube que eu amo" |
Do Porto com Amor


