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domingo, 24 de abril de 2016

Trova do Porto que Passa


Coimbra não foi uma lição. Poderia ter sido, mas não. Foi apenas o regresso ao nosso habitual fado.


"Vai buscar, ó Trigueira!"


Saídos do pequeno mas verdejante oásis de seu nome Nacional, seguimos a travessia deste longo e árido deserto que tem sido a época 15/16, desta vez na Coimbra dos amores e das lições por aprender.

Uma boa entrada não foi suficiente para dar corda que durasse mais do que uns minutos. Rapidamente nos resignámos a repartir o jogo com uma Académica aflita. E este é precisamente o fado que mais nos distancia nesta fase dos rivais da segunda circular, esta incapacidade de impor respeito, de afirmar a inegável superioridade que temos perante qualquer equipa "menor" da nossa liga.

Mesmo discutindo o jogo em planos equivalentes, fomos superiores numa primeira parte de onde nos vimos a perder, graças a uma imprudência de Maxi e a um grande, grande golo de Pedro Nuno. E daqui resultou a nota mais positiva deste jogo, ninguém se assustou e conseguimos dar a volta ao resultado. Ainda na primeira etapa, Sérgio assistiu Rúben que de primeira fez um passe primoroso para o fundo da baliza. Era o segundo grande golo em menos de quinze minutos.

A segunda parte foi (ainda) mais equilibrada, mesmo tendo nós disposto de variadas oportunidades para marcar. Mesmo bem protegida atrás, a Briosa quis discutir os três pontos e foi saindo em perigosos ataques rápidos sempre que podia. Mas desta vez a Lady Luck piscou-nos o olho, enquanto soprava gentilmente aquele charuto de Brahimi que, assim embalado, acabou por passar incólume por todos os matrecos no seu caminho e só apagou no fundo da baliza academista.

Depois começou a terceira parte, onde a Académica assumiu maior risco e o Porto continuou à procura de mais golos. Não o tendo conseguido, trememos nos últimos minutos, antevendo novo desaire. Mas não, não era dia de Fado Triste. Hélton ainda tentou, mas nem ele conseguiu ser a Samaritana dos estudantes...


"Eu não sou um seis!"



Notas DPcA:


Dia de jogo: 23/Abr/2016, 16h15, Estádio Municipal de Coimbra. A.A.C. - FC Porto (1-2).


Hélton (5): Foi chamado a intervir bem cedo e respondeu bem, o que deveria ser bom pronúncio para o que viesse a seguir. Mas tratando-se de Kinder Hélton, há sempre espaço para um brinde. Que quase saiu aos briosos, por duas vezes.

Maxi (7): Muito bom jogo, uma autêntica locomotiva pelo lado direito, a puxar a equipa para a frente. E se a coisa não ia a bem, entrava em modo Micas e levava tudo à frente, na raça. A defender é o que sempre foi, mas agora com menos pernas. Que hoje custou-nos um golo e só por isso não foi o meu MeC.

Ángel (6): Outra partida muito aceitável. Mas e repetindo-me: "o problema são os (...) outros momentos, onde não consegue disfarçar as suas claras insuficiências. Que hoje, sejamos justos, pouco se notaram."

Indi (5): Solidário com Hélton, quis também ser misericordioso com o adversário. O problema é que ali não é o lugar certo para caridade, senhor Martins. Fora de campo até eu ajudo, ok?

Danilo (6): Segundo jogo a central, uma vez mais sem destoar ou comprometer. Mas parece-me um desperdício das suas melhores características. Nesta pré-época aceita-se, até porque pode ajudá-lo a carimbar em definitivo a presença no Euro (pela polivalência), mas agradeço que seja breve a passagem pelo centro da defesa.

Rúben (7): Fico feliz por saber que o jovem Neves tem lido e reflectido sobre as minhas apreciações aos seus desempenhos. Não acreditam? Notem bem: deu porrada (finalmente), levou cartão (também lhe fica bem) e rematou à baliza (finalmente)! E não é que fez um grande golo? Fez sim senhor. Ah, não pensem que me vou sem insistir que "não é um seis", ainda que desta vez tenha estado melhor.

 < 65' Sérgio (6): Após dois jogos a ser o melhor em campo, achou por bem dar uma abébia aos companheiros e ter uma exibição mais discreta. Melhor na primeira parte, foi desaparecendo na segunda até ser substituído. É louvável o altruísmo, mas atenção que ainda tem tudo para provar. Vamos a eles, Sérgio!

Herrera (6): Hoje regressou a espaços o Errera dos meus pesadelos. Aqueles passes incompreensíveis queimam-me por dentro... Mas pronto, foi "só" a espaços. É cada vez mais uma incógnita para mim o que poderá realmente ser o Héctor Miguel no futuro.

< 63' Varela (5): Pronto, pronto, já passou a alucinação do jogo passado... e eis que o velho Varela foi igual ao que havia sido antes de se por a experimentar cogumelos. Assim é pouco, Silvestre. Pouco.

< 86' Corona (7): Gostei da exibição. Não se esperaria que aprendesse a jogar (tudo o que pode) em 5 dias, pelo que até me pareceu melhor do que contra o Nacional. Dá jeito que continue assim, em crescendo, rumo ao Jamor. 

Melhor em Campo André Silva (7): Hesitei bastante na atribuição da distinção, ao ponto de não encontrar um critério suficientemente forte para o atribuir. E assim sendo, optei por um menos objectivo mas mais simbólico: premiar o jovem André pela sua enorme entrega mas também pela capacidade que demonstrou de jogar com os companheiros e de ajudar a equipa a aproximar-se da baliza academista. Só falta mesmo começar a marcar (o que não é pouco, diga-se).

> 63' Brahimi (7): Entrou com vontade para o lugar do ausente Varela e chegou para ocupar dois ou três adversários de cada vez. Não foi brilhante, mas foi fortuitamente decisivo. Ponto extra pelo golo.

> 65' André André (6): Regresso - que saúdo - a denotar evidente e expectável falta de ritmo. Optou (e bem) por se resguardar, primando pela discrição (eficiente).

> 86' Chico Ramos (-): Sem tempo de jogo suficiente para ser avaliado, mas não posso deixar de referir que entrou completamente alheado e desintegrado do jogo. Só não sei é se a responsabilidade maior pelo facto lhe pertence.

Peseiro (6): Não conseguiu que a equipa prolongasse o estado de graça do jogo anterior, mesmo repetindo o onze (excepto Hélton), mas qualquer coisa deve ter sobrado porque tivemos força para inverter o resultado e depois aguentá-lo. Parecendo que não, é coisa relevante. Não foi uma boa exibição, mas foi uma boa vitória.


Mr. Nice Guy - uma jóia dum moço...


Outros intervenientes:


Inevitável voltar a destacar Pedro Nuno, que marcou um grande golo e falhou uma série deles - em todo o caso, parece ter asas para voar mais alto. Mas como nem só de virtuosos se faz o futebol, o outro destaque vai para Fernando Alexandre, um daqueles que come sempre a relva e que "morde" os adversários, dá gosto vê-lo lutar.

Esteve algum árbitro em campo hoje? Não dei por ele. O que só pode ser bom, tratando-se de um dos soldadinhos de chumbo (de pó branco) do exército do #colinho.


Ninguém poderá acusar os jogadores de não darem o que podem. Eles correm, lutam pela bola e desenham futebol sobre o relvado. Ouvem o treinador, assimilam tácticas e estratégias e entregam-se ao jogo. Falta é o resto. O fermento que os faz crescer à sua real dimensão, a crença que os transforma em gigantes aos olhos dos adversários. 

Dominámos "todas" as estatísticas de jogo, fomos melhores, é indiscutível. Mas por pouco não saímos empatados de Coimbra. Temos tremenda dificuldade em assustar quem quer que seja. E quem não se encolhe, acaba por crescer. E por discutir o resultado.

Tivemos várias oportunidades para fazer o terceiro? Claro que sim, não temos tido "sempre"? O que nos falta é conseguir impor respeito, daquele que se entranha no adversário e lhe sussurra a cada momento que o melhor que lhe poderá acontecer será perder por poucos. E o sentido de oportunidade, o instinto matador que caracteriza as grandes equipas. Hão-de voltar, mas não antes do Verão. Até lá, resta-nos ir ouvindo as trovas deste Porto que passa.



Do Porto com Amor






segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Dia de jogo: FC Porto - AA Coimbra (3-1)


É Natal, É Natal,

Sininhos e luz,

Já caiu, já caiu

O Sporting do Jesuuu-ús!


Getty Images


Foi ao som desta linda melodia natalícia que os nossos entraram hoje em campo para defrontar a  frágil Académica, que atravessa mais uma época conturbada.

E desta vez - quem sabe se já devidamente imbuídos do espírito da quadra - os nossos meninos entraram decididos a não voltar a desperdiçar prenda tão saborosa, com os cumprimentos do União da Madeira. E assim deram-me a prenda que mais tenho pedido ao longo da época, assumirem sem reservas o seu estatuto de favoritos desde o apito inicial.

Soltos, leves, velozes e com ganas, agarramos o jogo pelos cornos e fomos para cima dele(s) sem contemplações. Nenhum vendaval ofensivo, obviamente, mas o suficiente para encostar o adversário e quase não lhe dar tempo para respirar. 

Foi com naturalidade que ao minuto sétimo Layún (quem mais?) voltou a assistir de canto para o golo inaugural de Danilo, que respondeu bem de cabeça ao convite do mexicano. Tudo a correr de feição.

Apesar da vantagem, continuamos a praticar um futebol positivo - a espaços até entusiasmante - e a procurar chegar ao segundo. A Académica nada fez durante a primeira meia hora, apenas depois começou a tentar chegar perto de Casillas em ataques rápidos. Mas nada que o incomodasse verdadeiramente. 

O intervalo chegou com uma vantagem curta para a diferença de andamentos. No recomeço, novo assalto à baliza adversária, procurando conseguir um segundo golo que nos pusesse a salvo de qualquer percalço. Boa atitude (de novo) e velocidade de circulação foi suficiente para encostar de novo o adversário à sua área defensiva. Ao minuto 54 Layún voltou a ser decisivo, desta vez a partir de um livre na esquerda, assistindo para a cabeça de Aboubakar. Dois zero, tudo sobre rodas.

O treinador da Académica não perdeu tempo e esgotou as três substituições até aos 70', mas de nada lhe serviu porque aos 72' chega o momento alto da noite: a trupe do sombrero decidiu homenagear o calcanhar de Viena, recriando-o numa interpretação personalizada à su manera. Pela direita, Corona parte os rins ao seu marcador e desliza em direcção à linha final, fazendo no momento certo um passe mortífero para... (tcham tcham tcham tcham) Hector Herrera, que com toda a classe que nunca teve, fez um brilhante golo de calcanhar. Magnífico. Out of (t)his world...

Com três golos de vantagem, chegaram finalmente as substituições. Primeiro Evandro e depois Tello. Nenhum dos dois entrou mal e a expectativa cresceu no Dragão em relação à última mudança disponível. Muitos anteciparam um final de jogo apoteótico, com a estreia e quiçá golo de André Silva, arredado da equipa B para estar presente neste jogo.

No entanto, quer Lopetegui, quer a Académica tinham outros planos. Primeiro foram os estudantes a estragar a festa, através do seu golo de honra por Rui Pedro, que finalizou uma bela jogada de entendimento com Rabiola (mas em fora-de-jogo). Depois, logo de imediato (creio que até antes do recomeço), o público apercebe-se que o terceiro elemento a entrar seria Bueno e não o caçula. Monumental coro de assobios em vários andamentos e lá se foi o felizes para sempre. Antes do apito final, ainda uma boa oportunidade para o 3-2 que não se concretizou. Três pontos e de volta ao nosso lugar de eleição, o primeiro.


Os festejos do primeiro golo da noite


Notas DPcA: 


Casillas (6): Noite quase tranquila e respondeu bem ao "quase". Sem responsabilidades no golo.

Melhor em Campo Layún (8): Além de cumprir bem as suas missões específicas, mais duas assistências! A sério, não podemos de forma alguma banalizar estes feitos que se sucedem jogo após jogo. É cada vez mais decisivo, em especial no aproveitamento das bolas paradas. 

Maxi (7): Ei-lo que regressa do seu estado semi-vegetativo! Outra vez com velocidade, força e disponibilidade para se envolver na construção ofensiva. Seja bem regressado, uma vez mais...

Maicon (6): Pouco trabalho, sem percalços de maior. A queda de rendimento perto do fim foi mal geral, pelo que não será justo culpar ninguém em particular.

Martins Indi (6): Muito semelhante ao seu companheiro de armas, cumpriu sem problemas de maior.

Danilo (8): Andava eu a "queixar-me" que o rapaz estava sempre bem defensivamente mas que pouco contribuia nas missões de ataque e pronto, decidiu calar-me com um golo e um quase, naquele bom remate de longe. Ponto extra pelo golo.

<-73' Rúben (7): É o equilibrador da equipa, vai buscar jogo aos centrais e distribui quase sempre bem e a propósito. Cresce a olhos vistos. 19 aninhos...

Herrera (7): Não lhe contei mais do que DOIS passes errados. Resultou bem a sua colocação perto de Abou, atrás dos médios e junto aos centrais adversários. Contribuiu positivamente para o jogo da equipa! Golo à Madjer (com ponto extra). Estou estúpido.

<-85' Corona (7): Mais um que cresce de jogo para jogo. Conta já com um série de boas exibições bem jeitosa. Tem muito talento e parece estar a começar a perceber como o deve colocar ao serviço da equipa. Excelentes jogadas individuais e de entendimento, com destaque óbvio para a do terceiro golo. 

<-78' Brahimi (7): Mesmo sem marcar, fez um bom jogo, perfurando várias vezes a defesa academista. E gostei muito da sua atitude: esforçado a defender, disponível para o jogo e aplausos devolvidos ao público na substituição. É Natal mesmo...

Aboubakar (7): Mais um golito e uma exibição melhor que as anteriores. Não está já no pico mas continua a subir a montanha de onde caiu abruptamente. Progressos, portanto.

->73' Evandro (6): Entrou para refrescar e cumpriu.

->78' Tello (6): Entrou e fez coisas positivas. Se já estava chocado com a contribuição de Herrera, fiquei quase catatónico com a não-nulidade deste espanhol. Será que já lhe cheira a Sporting?

->85' Bueno (-): Sem tempo útil para ser avaliado. Mas note-se que entrou bem, apesar dos absurdos apupos com que foi presenteado (mesmo não sendo ele o alvo, certamente também os sentiu na pele).


Lopetegui (7): Ganhámos. Por uma vez, não desperdiçamos o trambolhão de um adversário directo. Passamos para a liderança isolada, uma estreia absoluta do basco. E a jogar um futebol bem razoável. Tudo se conjugava para uma noite boa para Lopetegui. Não fosse ele próprio o seu pior inimigo. Não teve a astúcia (ou o bom senso) de antecipar a reação do público à não inclusão de André Silva no jogo e com isso expôs Bueno a uma injustíssima vaia aquando da sua entrada. Ainda por cima com um golo sofrido de fresco, para agravar a irritação. Note-se que a mim me pareceu bem a entrada de Bueno. Seguiu a hierarquia normal, provavelmente reservando o "miúdo" para a taça da liga. A única crítica que poderia fazer teria a ver com o tardar das substituições. Mas sabendo ele que por esta altura são "muito poucos" os portistas que lhe dão crédito, optou por ignorar os previsíveis efeitos colaterais. It's your funeral, man (but please, die on your own).


Fumo no ar após o truque de magia de Hector, o Grande Herrera...


Outros intervenientes:


A Académica revelou-se frágil e pouco ambiciosa, apenas reagindo após o terceiro golo. Conseguiu reagir, mas não se pode elogiar quem espera até levar 3 tiros para se decidir a entrar no combate. Ninguém a destacar também.

Quanto ao árbitro, gostei do estilo "deixar jogar" com que ajuizou a maior parte do tempo. Dúvidas numa bola na mão/mão na bola de Layún na nossa área, golo da Académica precedido de offside e cartão amarelo injustificado a Danilo. Não o tenho como grande valor da arbitragem, mas hoje esteve globalmente bem e sobretudo sem influência na atribuição dos pontos.

Não poderia nunca terminar esta crónica sem me referir a quem assobiou Lopetegui aquando da não-entrada de André Silva. Quero dizer-lhes, a todos os que o fizeram, que foram umas bestas. Na minha opinião, é simplesmente estúpido que o tenham feito. 

Desde logo porque se tratava de uma opção sem influência previsível no resultado - estávamos a ganhar com margem folgada, não estávamos a perder ou empatados, a necessitar de "virar" o resultado. 

E depois, porque não gosto de ouvir assobios a despropósito. Bem sei que há sempre um ou outro anormal que assobia aos 20 segundos de jogo, ao terceiro passe da equipa que não é de desmarcação. Eu sei, faz parte, é estatístico.  Mas não significa que eu tenha de gostar.

Por último, e talvez mais importante, foram de uma insensibilidade atroz para com Bueno, que tem atravessado um pequeno calvário em função das opções do treinador e que, nas poucas oportunidades que teve, correspondeu bem. Mesmo admitindo que o jogador teria capacidade para discernir naquele momento que os assobios não eram para ele, certamente que não o iriam ajudar a entrar bem no jogo. Felizmente para ele e para mim, entrou. 

Como sempre defendi, todos são livres de se expressar como bem entendem. Não admito censuras de algum tipo. E é alinhado por esse diapasão que os crítico, a todos os que hoje assobiaram no Estádio do Dragão. Se pelo menos um dos que o fizeram, vier a refletir após ler isto, já terá valido a pena escrevê-lo.


E pronto, quanto ao campeonato, acabou por este ano. A 2 de Janeiro vamos a Alvalade consolidar a liderança. Mas antes, teremos a Taça da Liga contra o Marítimo, dia 29, no Dragão.
 


Do Porto com Amor


P.S. - vamos ao Bessa para a Taça de Portugal!




sábado, 19 de dezembro de 2015

Onde está a bola? #12 - VENCEDOR!


Está encontrado o vencedor da 12ª edição do "Onde está a bola?", que vai oferecer ao feliz vencedor a possibilidade de assistir com uma companhia da sua preferência ao FC Porto - AA Coimbra do próximo domingo!

Conforme anunciado, esta foi uma edição marcada pelo espírito natalício, com a apresentação de uma imagem facilmente detectável. Coincidência ou não, foi a que mais concorrentes acertaram na resposta :-). E sem demoras, a fotografia original seguida da disfarçada:


O inimitável Mané Garrincha em acção



A resposta acertada é pois a BOLA PÚRPURA!

E assim, num sorteio onde as probabilidades de cada um eram menores do que habitualmente, quem a fortuna bafejou foi...




Diogo Rocha!


O meu agradecimento a todos os participantes e uma menção especial aos que continuam a acertar na resposta mas ainda não foram favorecidos pela Lady Luck, aos quais envio um incentivo adicional para continuarem a tentar... porque um dia será o seu!



Nota final: o DPcA tem finalmente activo o sistema de subscrição por email, que permite que o estimado leitor seja notificado na sua inbox sempre que um novo artigo é publicado. O pessoal que tem concorrido a este passatempo fica por defeito adicionado, basta clicar no link do email de confirmação que já receberam para finalizar o processo (se não recebeu, p.f. procure no spam/junk ou em "promoções" no gmail). Se desejar remover-se basta clicar no link apropriado no final do email (ainda que eu não consiga imaginar porquê...). A todos os demais, recomendo vivamente que o façam inserindo o seu email no campo apropriado aqui a direita... não é aí, é lá em cima junto ao título do post... isso mesmo, nas "Cartas de Amor"!



Do Porto com Amor (e bilhetes e subscrição por email!)



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Onde está a bola? #12


De regresso com mais 2 bilhetes para oferecer ao leitor mais perspicaz e afortunado, desta vez para o jogo F.C.PortoA.A.Coimbra que terá lugar no próximo domingo, dia 20 de Dezembro.

Desta vez é uma imagem clássica de um grande jogador de outros tempos. Muito fácil de descobrir, em jeito de prenda de Natal. Onde estará escondida a bola verdadeira?


Onde está a bola? #12



A vencedora da última edição - a estimada leitora Maria Teixeira - teve a oportunidade de assistir com uma companhia da sua escolha à nossa vitória sobre o... Vitória. Sem desprimor para todas as outras, esta fotografia que nos enviou é excelente e exactamente aquilo que gostamos de receber: alegria e prazer por lá estar! Obrigado Maria, fico feliz que se tenha divertido nesta ida ao nosso Dragão.





Para se habilitar a ganhar, basta acertar qual das respostas à seguinte pergunta é a correcta:

Onde está escondida a verdadeira bola de jogo?

1 - Bola Azul
2 - Bola Verde
3 - Bola Laranja
4 - Bola Púrpura
5 - Não há nenhuma bola escondida na imagem.


Já tem o seu palpite? Então é só responder na caixa de comentários.


As regras são estas:

1 - Descobrir na imagem acima onde está escondida a bola de jogo verdadeira (ou se não está lá de todo) e escrever na caixa de comentários deste post qual a resposta certa, indicando igualmente um nome e um email válido para contacto em caso de vitória (pode comentar como "anónimo" desde que no comentário inclua estes dados).

2 - Entre os que acertarem, será sorteado o vencedor (através de uma app geradora de sorteios).

3 - Para ser elegível para os bilhetes, o concorrente deverá fazer o obséquio de registar e confirmar o seu email para receber notificações de novos posts e seguir o FB e o Twitter do DPCA (basta clicar nos links e "gostar" ou "seguir"). Sim, quem não tiver conta na(s) referida(s) rede(s), não será excluído por isso... mas cuidado porque o Lápis irá investigar :-)

4 - Apenas será aceite uma participação (a primeira) por cada email válido.

5 - Cumpridos todos os critérios, será anunciado o vencedor, que receberá instruções no seu email sobre como e quando levantar os bilhetes.

6 - Mesmo que já tenha Dragon Seat ou outro tipo de acesso, poderá oferecê-los a um amigo ou familiar que não tenha a mesma sorte.

6 - Este passatempo termina às 22h00 de dia 18 de Dezembro e o vencedor será anunciado até ao final de dia 19.

7 - Se o vencedor não reclamar o prémio até à data referida no email que receberá, será feito novo sorteio entre todos os que tiverem acertado na resposta (e assim sucessivamente até se encontrar um vencedor que reclame o prémio).


E é só! Mais simples não podia ser. Concorra e divulgue!



Do Porto com Amor